Thursday, November 3, 2016

Uma idéia, um bolo!

 
 
   Essa receita, foi solicitada pelo pessoal, lá da página do Facebook: https://www.facebook.com/cozinhandocomamigosg
    Um pedido que não puder deixar de atender, pois as festas de fim de ano estão chegando e sempre é bom trazermos uma novidade, não é mesmo?
    A receita nem é tão difícil; o que a diferencia das demais, é que utilizo açúcar mascavo nos ingredientes e farinha integral – pra dar aquela cor mais moreninha na massa, depois de assada; mas você pode usar farinha de trigo comum, sem problema.
    Outro detalhe importante, é que utilizo peras portuguesas, pois são de tamanho bom para colocar na forma (aquelas de fazer pão), e assam bem mais rápido do que as outras.
 
Detalhe: Você pode adicionar outros ingredientes, como uvas passas, canela, etc. Fica a seu critério.

Ingredientes

2 xícaras de chá de açúcar mascavo
2 colheres de sopa de manteiga
3 ovos
1 xícara de chá de leite
1 xícara de chá de nozes picadas
3 xícaras de chá de farinha de trigo (pode ser integral)
1 colher de sopa de fermento em pó
3 ou 4 peras portuguesas

 

Fazendo


Bata as claras em neve e reserve.
Bata o açúcar com a manteiga, junte as gemas batendo até obter um creme claro.
Acrescente o leite e bata mais um pouco, até formar uma textura homogênea.
Misture as nozes picadas, depois adicione a farinha e o fermento peneirados.
Agora junte as claras batidas em neve e misture suavemente.
Unte a forma com manteiga e espalhe um pouco de farinha em todo seu interior. Disponha as peras na forma, uma ao lado da outra.
Despeje a massa e leve ao forno médio (180 C°) pré-aquecido, por aproximadamente 40 minutos, ou até dourar.
Deixe esfriar e retire da forma. Se quiser, cubra com açúcar de confeiteiro ou com um ganache de chocolate.

Pronto. Bom apetite!

Monday, August 1, 2016

Creme de Lagosta com Cream Cheese


Olá, pessoal!
Essa receita é daquelas que a gente pode até achar cara, mas tem dias especiais, que a gente se dá o direito de usufruir de algum prazer gastronômico que saia um pouco da rotina.
A bem da verdade, o pessoal que mora na beira do mar, principalmente no nordeste do Brasil, nem sabe a diferença de preço que pagamos aqui em Brasília; pois a vantagem de morar perto do mar é que o preço da lagosta é bem mais acessível.
Bom, o preço então é secundário. Vamos logo a receita de um bom creme de lagosta, que rende bem e a gente sai da mesa com alma lavada de tanta gostosura que é este prato.
Então, tire o escorpião do bolso e gaste um pouquinho mais no seu jantar especial. Anote a receita ou leve-a no seu tablete, na próxima vez que você for a peixaria ou a feira. Ok?
Você pode acompanhar este prato, com uma boa massa ou com um risoto de limão siciliano.

Ingredientes

Molho Branco

1 cebola média picada
1 colher de manteiga sem sal
200 ml de creme de leite
1/2 litro de leite
1 colher de sopa de amido de milho
150 g de cream cheese
pimenta-do-reino a gosto
sal a gosto
150 g de queijo parmesão
Farelos de pão dormido

Lagosta

500 g de cauda de lagosta cortada em pedaços grandes
150 g de tomate seco
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto


Fazendo

Molho branco

Derreta a manteiga em uma panela e acrescente a cebola, o sal e a pimenta-do-reino. Refogue até que a cebola esteja bem transparente, quase dourada; acrescente o creme de leite e misture.
Dissolva o amido de milho no leite e adicione ao molho. Quando o molho estiver com uma consistência firme, desligue o fogo e acrescente o cream cheese, mexendo bem, formando um creme homogêneo e consistente.

Lagosta

Cozinhe as caudas da lagosta em panela com água quente com sal, por aproximadamente 8 minutos. Escorra a água e corte a lagosta em pedaços grandes. Se quiser, mantenha as cascas para dar um toque mais rústico ao prato; senão, separe a carne da casca e dê uma refogada rápida de 1 minuto na frigideira, em azeite extra virgem.
Junte a lagosta ao molho branco e adicione o tomate seco, cortado em fatias. Misture até formar um creme uniforme.
Coloque em uma travessa de louça e salpique com farelos de pão. Dê uma queimada com maçarico sobre o creme, para dar uma tostada no pão e sirva em seguida.

Bom apetite!

Saturday, May 28, 2016

Ragu de Pato


Um pouco antes da hora do almoço, publiquei a imagem do prato do dia: Linguine com ragu de pato. Talvez a carne de pato possa ser exótica para alguns, mas para outros faz parte da culinária regional; que se manifeste o pessoal de Belém e de outras cidades paraenses.
A bem da verdade, este molho encorpado faz parte do cardápio de muitos chefs estrangeiros, principalmente os italianos; com quem fui buscar receitas e dar um toque pessoal.
Você encontrará diversas receitas na internet, escolha a que mais lhe agradar, principalmente no que diz respeito a praticidade de fazer. O mais importante, entretanto, é você encontrar o ingrediente principal – o pato. Eu comprei no Carrefour (e nem estou ganhando nada por isso!!!) e por um preço bem acessível; uma caixa de coxa e sobrecoxa congeladas, com duas unidades, da marca Germania, por um pouco mais de R$15,00. Esta quantidade dá para fazer um ragu suficiente para quatro pessoas, uma vez que você apenas regará a massa com ele.
Quer anotar o restante dos ingredientes? Então, lápis e papel na mão ou marque esta publicação no seu computador, em seus “preferidos”.

Ingredientes

2 coxas e sobrecoxas de pato (já descongeladas!)
1 cenoura ralada
1 cebola média picada
1 talo de alho-poró picado
2 tomates médios cortados em cubos e sem sementes
1 colher de páprica picante
2 colheres de extrato de tomate
200ml de polpa de tomate
200ml de vinho tinto seco
1 colher de sopa de alcaparras
2 colheres de cogumelos fatiados
1 colher de café de açúcar
Azeite extra virgem
Sal a gosto

Fazendo

A massa será a da sua preferência. Invista em uma boa massa, de preferência as italianas ou se preferir, as frescas (são as melhores).

Limpe toda a pele e a gordura da carne do pato, para que o sabor ganhe um destaque mais saboroso.
Separe a carne dos ossos e corte-as em pedaços pequenos; reserve.
Em uma panela alta, aqueça o azeite e frite as cebolas e o alho-poró até que fiquem macios. Coloque a carne e deixe-a dourar; acrescente o tomate e a cenoura, dando uma refogada neles. Agora coloque o vinho, o extrato e a polpa de tomate, a páprica picante e o sal, misturando devagar até que o molho esteja com uma consistência uniforme. Mantenha em fogo médio (180ºC) com a panela tampada, deixando cozinhar lentamente até que a carne do pato esteja bem macia (cerca de 30 minutos).
Para cortar um pouco a acidez do tomate, coloque uma pitada de açúcar. Se necessário corrija o sal. Coloque então, os cogumelos e as alcaparras. Mais 5 minutinhos e pronto.

Sirva imediatamente sobre a massa, que deve estar quente. Decore com uma folhinha de alecrim ou de manjericão.

Bom apetite!

Monday, February 15, 2016

Carboidrato à noite? Sim!!!!!!


Ah, Tá! Só porque a Xuxa disse que não come carboidrato à noite, tem um tanto de gente que resolveu abolir as massas de seu cardápio, neste horário. Gente, convenhamos, qualquer prato em que a porção seja exagerada, não trará nenhum benefício seja a que hora for. Nisto eu concordo. Afinal, comer uma pratada de macarrão e depois ir dormir, será a transformação de carboidratos em gordura, sem dúvida. Mas se nos servirmos com parcimônia, em uma noite especial, podendo ser em um restaurante à beira-mar (ou não!), em boa companhia, com uma boa massa, do tipo linguine – uma massa fina, longa e chata, muitas vezes confundida com o talharim; em noite de lua cheia, com céu estrelado; uma garrafa com uma vela acesa, um violino ao fundo; enfim, um momento em que a gente nem pense em carboidrato, calorias e no professor da academia!
Pois bem, que tal um prato de linguine com vôngoles, vieiras e mexilhões? Uma receita tão simples que se você a fizer em casa, este cenário certamente estará presente em sua imaginação e mesmo que você não esteja acompanhada (ou acompanhado), o prato por si só, será um bom acompanhamento para uma noite chuvosa, talvez, mas não menos interessante. Quer a receita? Então, vamos lá?

Ingredientes

300 g de vôngoles na casca
300 g de mexilhão sem casca
300 g de vieiras
500 g de macarrão tipo linguine (mas pode usar outro)
1 colher de azeite extra virgem
250 ml de molho de tomate
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto

Fazendo

Cozinhe o macarrão no tempo determinado pelo fabricante. Enquanto isso lave bem os vôngoles e os mexilhões, para retirar qualquer resíduo de areia que eventualmente possa ter. Dê uma ligeira fervura em água quente com o sal e o azeite.
Escorra o macarrão e reserve.
Retire os mexilhões e os vôngoles da água quente. Reserve.
Em uma frigideira pré-aquecida, adicione um fio de azeite e frite as vieiras rapidamente. Acrescente os mexilhões e os vôngoles e cubra-os com o molho de tomate, temperado com sal e a pimenta.
Sirva imediatamente.
Bom apetite!

Friday, February 12, 2016

Da série: Inusitados objetos de desejo

 




Cozinhando com humor

 
Mantenha-se na linha com harmonia!

A rapadura não é mole não!

 

De cada 150 estudantes, apenas 15 viram chefs


A popularização do termo gastronomia ultrapassou os limites geográficos da cozinha e parou nas faculdades. Viver com as mãos com cheiro de cebola, respirando temperos e afinando sabores deixou de ser uma missão de quem vivia, há até alguns anos, escondido entre as paredes de uma peça que nem era integrada com o restante da casa. A cozinha deixou de ser um local isolado. Nela não está mais a pessoa que muitos queriam esconder.
Estar na cozinha virou charme. Cozinhar para a família e os amigos virou sinal de aconhego. A gastronomia se popularizou, ganhou pitadas de glamour. E levou consigo uma legião de seguidores. Muitos dos quais descobrem que glamour e gastronomia são duas palavras que, para andarem juntas, requerem muito mais que um período nos bancos das faculdades. Na maioria das vezes, estar na faculdade de gastronomia não garante o carimbo de chef no currículo. A média é que, para cada 150 estudantes, apenas 15 virem chefs profissionais. Até porque há chefs que não engrossaram as fileiras acadêmicas, e há muitos estudantes de gastronomia que nunca chegarão a ter esse título.
“O pessoal vê a gastronomia como glamour, e ela não é glamour. Gastronomia é difícil. Apenas 20% dos alunos que se formam em gastronomia se transformam em chefs. E destes, 10% desistem porque não conseguem se firmar no mercado. Gastronomia não é nada fácil e não tem nada de glamour. É preciso muito mais para ser um chef”, afirma Sebástian Parasole, coordenador do curso de Gastronomia do IESB, em Brasília.
Ao longo dos anos, o argentino Sebástian Parasole tem acompanhado um crescimento substancial na procura por aperfeiçoamento na área. São jovens, adultos e até mesmo idosos que buscam os bancos da faculdade de gastronomia com a meta de se tornar um chef. Ah, o “chef de cozinha”. Aquele ser que tem o “chef” incorporado ao nome, e que tem a capacidade de transformar os mais diferentes ingredientes em uma explosão de sabores e texturas até aos paladares mais refinados.
A conclusão do curso de gastronomia, porém, não significa a incorporação automática do título de chef. Para ser um, é preciso muito mais que um diploma. E a realidade do mercado gastronômico é bem diferente do que a encontrada nos bancos universitários. “Muitos procuram a faculdade para aprender a cozinhar, querem saber receitas. Isso não é gastronomia. E aí, quando se formam, acreditam que o curso é suficiente para colocá-los no mercado. Não é bem assim. É preciso aprender sempre mais, o máximo que tiver oportunidade, treinar em restaurantes de diferentes estados, do mundo. Para ser um bom chef, é preciso também saber limpar chão. E nem todos entendem isso”, resume o chef Parasole.

Publicado por Iara Lemos no site: www.aperitivado.com.br em 2016/02/11/


De cada 150 estudantes, apenas 15 viram che
De cada 150 estudantes, apenas 15 viram chefs

Thursday, February 11, 2016

Estou de volta - Mexilhão ao vinagrete!


Olá amigas e amigos!

Pronto! Estou de volta, depois de um recesso (que considerei longo, mas necessário), buscando e aprendendo novas receitas e dando um trato no Bistrô. Ajustes na decoração, compras de novos equipamentos, novos utensílios e algumas coisas que estavam faltando para dar continuidade ao atendimento dos clientes amigos.
Como em todo Brasil, o ano começa depois do carnaval. A “máquina” volta a funcionar e as pessoas retornam de férias com mais disposição (ou conformadas) para atravessar o ano que se apresenta com nuances de um ano de muito trabalho e pouca grana.
Então, nos resta ser mais versáteis em nossas receitas tanto no dia a dia quanto nos dias especiais, sem perder, é claro, a criatividade e a busca por sabores e paladares especiais.
Escolhi um prato para iniciarmos o ano, ainda no verão; e que apesar de não ser uma unanimidade, é bem apreciado por muitos. Convido a quem nunca provou, provar. E quem comeu uma vez e não gostou, voltar a provar; desta vez com a coragem suficiente para perceber que alguns ingredientes que indico, podem trazer uma boa surpresa. Qual é o prato? Mariscos ao vinagrete.
Vamos a receita.

Ingredientes

1 kg de mariscos sem casca e limpos
1 cebola roxa média, cortada em anéis bem fininhos
2 tomates médios picados
2 colheres de sopa de gengibre fatiados bem fino
3 colheres de sopa de vinagre de arroz
3 colheres de sopa de azeite extra-virgem
Folhas de salsão picadas (pode ser de salsa se preferir)
Sal a gosto
Pimenta do reino ou calabresa (opcional)

Fazendo

Lave os mariscos em água corrente e coloque-os em uma travessa. Daquelas bem bonitas que você guarda para ocasiões especiais.
Junte os demais ingredientes e misture bem.
Leve à geladeira e sirva frio.
Para acompanhar, torradinhas com manteiga e orégano.

Viu? Fácil e rápido. Uma boa entrada, para receber os amigos.

Bom apetite!

Thursday, November 19, 2015

Crianças na cozinha e alimentação saudável

 

Há várias maneiras de incentivar uma alimentação saudável dentro de casa. Levar as crianças para cozinhar com você é uma delas.

“Crianças que ajudam na preparação da comida podem se tornar ‘comedores mais aventureiros’, ou seja, mais dispostos a experimentar um determinado alimento, além de aumentar a conscientização e ingestão de alimentos saudáveis”, conta a nutricionista Renata Miranda, da Clínica Benesse.
Cozinhar em casa também tem outra vantagem. Segundo a especialista, comer fora está, geralmente, associado a escolhas alimentares pobres em nutrientes e ruins para a saúde.
“Considerando a associação entre refeições familiares e saúde, existem inúmeros benefícios da refeição em casa para as crianças, incluindo o aumento da ingestão de frutas, legumes, fibras, alimentos ricos em cálcio e vitaminas. As crianças que comem em casa tendem a ter menor índice de massa corporal (IMC) do que aquelas que comem fora de casa muitas vezes, o que resulta em menores chances de obesidade infantil”, diz a nutricionista.
Na casa de Flavia Giacinto, 35, fonoaudióloga, mãe de Luisa, 1 ano e 8 meses, as aventuras culinárias começaram cedo.Cozinho com a minha filha desde que ela começou a andar e conseguiu ficar de pé e ter equilíbrio no banquinho. Coloco-a ao meu lado e a engajo em algo que ela consiga fazer, como misturar alimentos, rasgar alface ou só ficar mexendo na água em um bowl”, conta.
Ela acredita que, assim, está inserindo a criança na tarefa de fazer a comida a fim de gerar um interesse maior na alimentação. “E ela já pede para preparar o que gosta, principalmente os legumes mais coloridos, tipo beterraba e cenoura”, revela Flavia.
Para a advogada Mariana Barcellos Servija, 32, mãe de Nicolas, 1 ano e 10 meses, o contato com a cozinha aguça a curiosidade pelos alimentos e ajuda a desenvolver hábitos saudáveis.
“Acho importante cozinhar com meu filho para que ele conheça todos os alimentos, entenda como é a preparação e desenvolva o gosto por refeições saudáveis. Ele também aprende a ser mais paciente e entende que é preciso esperar o tempo necessário do preparo dos pratos. Quando estamos na cozinha costumamos preparar todos os tipos de legumes (descascando e cozinhando), macarrão e frutas!”, comenta. 
Para o pequeno Nicolas, a diversão fica por conta de provar os alimentos durante o preparo, ajudar a mãe a levar os pratos para a mesa e bagunçar os potes plásticos!
Já para Valentina, 4 anos, o legal é separar os anéis de alho-poró. A filhota da publicitária Caroline Mônaco, 30 anos, é bastante engajada em separar, lavar, misturar e jogar os alimentos na panela.
“Cozinhando, fica mais fácil para a Valentina entender o que é cada alimento e como é bom comer comidas fresquinhas. Ela adora provar enquanto estamos preparando um prato. Acho que isso é um dos motivos dela comer de tudo, sem frescuras. Quando o encarregado na cozinha é o pai, ela já pede os temperinhos e alimentos que quer comer”, diz.
Além de ter uma alimentação saudável e diversificada desde pequena, cozinhar ainda dá outras noções. Caroline explica que em casa sempre tem legumes e verduras frescos e que Valentina já reconhece os alimentos pelo cheiro.
“Além disso, ela aprendeu a ser organizada na cozinha, o que eu acho bastante importante. Só tem uma coisa que incomoda a pequena: cortar cebola”, finaliza. E quem é que gosta, não é mesmo?

Fonte: UOL - Disney Babble Brasil